O que você precisa fazer para se tornar um advogado 4.0

  • 04/out/2018

O que você precisa fazer para se tornar um advogado 4.0

A evolução tecnológica trouxe cenários disruptivos para muitas carreiras e com o Direito não é diferente. Com tantas ferramentas de informática à mão, surgiu o advogado 4.0, que domina áreas do conhecimento que vão bem além da prestação de serviços jurídicos em si.

Esse profissional sabe que o advogado deve ser também um empreendedor. Por isso, ele usa os avanços tecnológicos para otimizar as suas funções jurídicas, administrativas, financeiras, de marketing, entre outras.

Vale lembrar que o advogado 4.0 está inserido no contexto da Revolução 4.0, que abrange o desenvolvimento de serviços de inteligência, a criação de novos aplicativos, a expansão do uso da internet pelo celular, a possibilidade de processar e tratar volumes extensos de dados etc. Ficou interessado? Quer saber mais? Então veja neste post como se tornar um advogado 4.0. Confira!

O que é o advogado 4.0?

O advogado 4.0 não tem medo da tecnologia — pelo contrário. Ele a vê como uma parceira para a melhora dos processos em seu escritório. Assim, esse profissional consegue maximizar os resultados de seu trabalho com recursos virtuais, aumentando o contato com possíveis clientes e reduzindo a quantidade de tarefas burocráticas e repetitivas.

Trata-se de um jurista consciente da importância da capacitação e da qualificação constantes. Da mesma forma que a tecnologia interfere na estrutura social, essa interferência implica novas demandas judiciais.

Nesse sentido, o advogado 4.0 aprende a integrar seu conhecimento em Direito com outras áreas em expansão, principalmente às ligadas ao Direito Digital, como a Programação, a Ciência de Dados e a Robótica.

Mas não é só isso. A Ecogenética, por exemplo — que estuda os atributos genéticos individuais e a sua relação com o meio ambiente e com as condições de saúde — é um exemplo de um promissor mercado para os advogados.

Se por um lado ela é positiva porque traz a chance de um planejamento melhor das políticas de saúde, por outro, pode ser uma fonte inesgotável de conflitos que cedo ou tarde acabarão nos tribunais.

Afinal, pode haver preconceito genético em uma seleção de trabalho, nas instituições de ensino e na relação dos consumidores com as operadoras dos planos de saúde.

Outro assunto capaz de fazer emergir temas inéditos no Direito é o uso das criptomoedas, como o bitcoin, adotadas em larga escala por usuários de diversos países, inclusive com a conivência dos governos, em alguns casos.

O Brasil, por exemplo, exige que essas moedas virtuais sejam declaradas no Imposto de Renda. O advogado 4.0 está atento a assuntos inovadores como esses. Onde há pontos de incerteza, esse profissional enxerga oportunidades.

O que diferencia o advogado 4.0 do tradicional?

As diferenças entre um advogado 4.0 e um tradicional são gritantes por um motivo bem simples: o primeiro sabe aproveitar as vantagens da tecnologia. E quem é que consegue medir ou prever os benefícios que o avanço da informática é capaz de proporcionar, não é mesmo?

Nesse contexto, um profissional jurídico inserido no progresso virtual sabe, por exemplo, que existem aplicativos para gerar documentos jurídicos de forma automática, como petições, em larga escala. Essas plataformas fazem o gerenciamento de contratos e processos para escritórios.

Com esse conhecimento, o advogado de vanguarda passa a perder menos tempo com tarefas burocráticas e pode se dedicar mais aos andamentos processuais, à argumentação, ao marketing etc.

Outra vantagem do advogado 4.0 é que ele é mais bem informado. Ele saberia que é possível simplificar a pesquisa sobre a jurisprudência em aplicativos mobile do STJ (Superior Tribunal de Justiça), do TJ/SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), entre outros tribunais. Afora isso, um advogado moderno conhece outros sites privados que levantam dados de jurisprudência em questão de segundos.

Isso tudo o coloca à frente do jurista convencional, uma vez que as tarefas do cotidiano serão feitas com muito mais agilidade. Confira outras questões de divergência entre os dois perfis profissionais!

Tarefas estratégicas

O advogado 4.0 não faz mais atividades repetitivas, como mandar e-mails de cobrança, acompanhar os prazos processuais ou armazenar os arquivos em pastas.

Isso acontece porque esse jurista é muito mais familiarizado com as novidades de informática do que seu colega de personalidade mais conservadora. Assim, ele usufrui de softwares especializados para reduzir o tempo gasto com a gestão.

Dessa forma, torna-se mais simples conseguir tempo para o trabalho estratégico: captar novos clientes, ampliar as áreas de domínio, estudar mais, fazer o devido gerenciamento financeiro do escritório etc.

Por essa razão, o advogado na era digital vai bem além daquilo que conhecemos hoje como um advogado de sucesso. Aliás, o conceito do que é um profissional bem-sucedido no Direito já está em plena transformação.

Qualificação

O advogado digital trocou o tempo perdido com burocracia por métodos rápidos de aprendizagem pela internet. Trata-se de um especialista que entende que a nova realidade exige um esforço maior em reflexões e em leitura do que em encargos secundários de rotina.

Dessa forma, o advogado de vanguarda está sempre lendo artigos online, acompanhando notícias do mundo jurídico e tecnológico ou assistindo a vídeos informativos. É assim que ele descobre dados valiosos sobre os últimos tópicos em alta na carreira.

São temas como os contratos de blockchain, de IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) e vários outros aspectos que englobam o Direito Digital. Por essas razões, o advogado 4.0 não hesita em se qualificar cada vez mais, enquanto aquele de perfil mais conservador, muitas vezes, é mais acomodado e tem resistência para aprender.

Mente aberta

Enquanto o advogado clássico está temeroso com o surgimento de empresas disruptivas, o advogado 4.0 vem se preparando para crescer junto com elas. A cada dia, surgem novas startups pelo Brasil e o profissional jurídico antenado sabe que isso significará novas demandas judiciais muito em breve.

Quantas vezes, por exemplo, o WhatsApp foi envolvido em polêmicas com sentenças judiciais que determinavam o bloqueio de suas atividades? O advogado moderno percebe essas nuances e vê nelas uma chance promissora de abrir novos campos de atuação e obter vantagens econômicas.

Os negócios digitais estão em franco crescimento, ascensão impulsionada ainda mais depois que empresas brasileiras ganharam status de unicórnios — no mercado financeiro, recebem esse apelido as startups que atinjam um valor de mercado de US$ 1 bilhão.

São exemplos de unicórnios nacionais o aplicativo de transportes 99 e a Nubank, de serviços financeiros. O advogado do futuro está de olho em toda essa movimentação!

Quais os impactos da 4ª Revolução Industrial para advogados?

O escritor Klaus Schwab, no livro “A Quarta Revolução Industrial”, trata das transformações digitais que vêm deixando o mundo de ponta-cabeça nos últimos tempos. São mudanças que tornaram possível fabricar armas com impressoras 3D, usar drones para encontrar tribos indígenas isoladas, invadir sistemas de bancos com ciberataques etc.

Nessa obra, o autor afirma que estamos vivendo uma grande transmutação social impulsionada pela informática. Para entender a complexidade dessa reforma, nada melhor do que a comparação com as revoluções anteriores.

A Primeira Revolução Industrial, por exemplo, foi marcada pela produção manual mecanizada (1760 a 1830). Já a Segunda (por volta de 1850) teve como principal característica o surgimento da eletricidade, que viabilizou a produção em massa. Na Terceira (a partir de 1950), a humanidade entra na era eletrônica, por causa do advento de novas tecnologias e telecomunicações.

Os defensores da tese de que estamos na Quarta Revolução — e não em um prolongamento da Terceira— usam três argumentos para sustentar essa teoria: a velocidade, a abrangência e o impacto com os quais a tecnologia revira a ordem dos sistemas.

Graças à IoT e à computação em nuvem, as fábricas hoje trabalham com sistemas híbridos, chamados de ciberfísicos. Eles combinam o uso de máquinas com aplicações virtuais para fazer o trabalho humano. Evidentemente, todas essas mudanças têm consequências para o mercado profissional. Seria ingenuidade acreditar que o Direito ficaria imune a esses fenômenos.

Saiba que boa parte das funções de um advogado já pode ser realizada por meio de codificações em grandes bases de dados. A seguir, falaremos de alguns aspectos inovadores que estão modificando a área jurídica de forma irreversível. Veja!

Lawtech

As Legaltechs, também chamadas de lawtechs, são startups com foco jurídico que propiciam ao mercado novidades de produtos ou serviços que englobam o Direito. São soluções de informática que simplificam o dia a dia de um advogado: ajudam na comunicação com os clientes, contribuem para divulgar a legislação e modificam, de uma maneira ou de outra, a estrutura de trabalho de todo o Judiciário.

São softwares de gestão para escritórios, plataformas para solução de conflitos extrajudiciais, aplicativos para reunir clientes e advogados, entre inúmeros outros empregos e utilidades. Para se ter uma ideia, apenas no Brasil, existem pelo menos 50 lawtechs, segundo a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs). Não se pode negar que elas já estão afetando o meio jurídico.

Home Office

Algumas cortes já autorizaram o trabalho home office para parte de seus servidores. Estão nessa situação o Superior Tribunal do Trabalho e os tribunais de Justiça de Santa Catarina e de São Paulo.

Com os procedimentos jurídicos digitalizados, a vida do advogado também mudou, com mais possibilidades de ele atuar longe do escritório. Assim, esse profissional escapa de fatores estressantes do dia a dia como o trânsito.

Além disso, abrem-se mais chances para a economia, com menos despesas com gasolina, energia elétrica e estacionamento, entre outras. Por esses motivos, o trabalho home office é mais um forte fator de impacto na carreira jurídica.

Advogados correspondentes virtuais

O advogado correspondente é fundamental quando outro colega, em um estado diferente, precisa realizar alguma diligência fora de sua área original. Para procurar um advogado correspondente pelas vias convencionais, gasta-se mais tempo de pesquisa. Nesse contexto, existem plataformas online que reúnem esses especialistas, como a Audiencista e a Juris Correspondente.

Processos e serviços judiciais digitalizados

A tramitação eletrônica de ações judiciais é mais um item a impactar a vida dos advogados. Com os processos físicos sendo trocados por versões digitalizadas, o advogado 4.0 colhe muitos benefícios. É possível acessar os autos em domingos, feriados ou em outros horários fora do expediente.

Assim, os profissionais do Direito têm mais flexibilidade para acompanhar o andamento dos processos e até podem expandir o número de clientes, já que será mais simples mostrar eficiência e agilidade.

Como se tornar um advogado 4.0?

Diante desse turbilhão de transformações, nenhum profissional do meio jurídico deve dar as costas para as soluções de informática. Se um advogado não investir em sua modernização, sofrerá com a qualificação dos concorrentes. Afinal, como já mostramos, sites, plataformas e aplicativos para advogados já estão disponíveis em abundância.

Nesse quadro, é fundamental saber aproveitar todo esse conhecimento que vem sendo desenvolvido e que está profundamente ligado ao poder computacional e à internet. Por essas razões, para se tornar um advogado 4.0, é indispensável mergulhar na advocacia na era digital. Pôr os dois pés na modernidade pode mesmo parecer bastante complexo. Por isso, separamos algumas dicas práticas. Observe!

Automatize os processos

Um dos primeiros passos para se tornar um advogado 4.0 é automatizar as atividades de seu escritório. Essa medida tem feito bastante sucesso e traz como um dos principais benefícios a maior satisfação dos clientes.

Antes da revolução tecnológica, para achar um único processo, era preciso procurar em arquivos físicos distribuídos por infindáveis armários e gavetas. A organização desse acervo em ordem alfabética ou por numeração também tomava tempo, seja do advogado, estagiários ou funcionários administrativos.

Com a automação da rotina de trabalho, é possível entrar em contato com os clientes por sistemas digitais próprios, guardar e encontrar documentos em poucos segundos, ser lembrado de prazos por alertas automáticos e até mesmo fazer a cobrança dos honorários de jeito remoto. Uma dúvida recorrente é qual ou quais ferramentas escolher. Continue a leitura que daremos algumas opções. Confira!

Adote um software jurídico para a gestão

Uma das alternativas para iniciar o processo de modernização é escolher um bom software jurídico para o gerenciamento do escritório como um negócio. Assim, você põe no automático boa parte das suas operações e ganha tempo para se dedicar a atividades mais estratégicas ou até mesmo para ampliar os estudos. Veja alguns exemplos de funcionalidades dessas soluções de informática:

  • integração de dados: contratos, planejamentos, cronogramas, ferramentas financeiras, processos, fichas de clientes, entre outros documentos, ficam armazenados virtualmente em plataforma única;

  • segurança para o acervo: os softwares jurídicos costumam contar com proteção rigorosa para as informações, com backups automatizados, inclusive com encaminhamento para a nuvem;

  • controle de datas: alertas automáticos são emitidos por agendas inteligentes que lembram o advogado sobre prazos importantes;

  • automação da gestão financeira: esses aplicativos realizam operações e cálculos financeiros como fechamento do fluxo de caixa, o controle de honorários, a elaboração de relatórios sobre os custos, estimativas de entradas e saídas, pareceres sobre o desempenho econômico do escritório etc.

Conte com um aplicativo CRM

Embora haja muitas incertezas no mundo tecnológico, existe um fato sobre o qual não há dúvidas, independentemente do segmento. Trata-se da necessidade de estabelecer relações com os clientes, isto é, de criar vínculos com a audiência de um negócio.

Nesse sentido, os softwares baseados na metodologia CRM (Customer Relationship Management ou Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente) são respostas muito atraentes.

O CRM é um método de gestão que molda todas as atividades de uma empresa às necessidades de seus consumidores. Dessa forma, as suas decisões são tomadas de acordo com análises sobre o comportamento do público-alvo.

Na prática, softwares CRM especializados em Direito adaptam essa teoria com recursos de informática robustos. O principal objetivo, como já diz o próprio nome, é oferecer um atendimento ao cliente de ponta.

Seja atuante nas redes sociais

As redes sociais são ótimas opções de divulgação, e no meio jurídico não é diferente. A dica é aproveitar as grandes discussões em andamento nesses canais para mostrar um pouco sobre os seus conhecimentos. Tente descobrir quais são os meios preferidos dos seus clientes. Também é interessante estudar em quais redes estão as pessoas que podem vir a contratar o seu escritório.

Por exemplo: um advogado trabalhista, com a reforma recente nesse ramo, pode usar essas mídias para esclarecer dúvidas de profissionais que visitem as suas páginas.

Nas redes sociais, você compartilha mensagens sem pagar, mas também pode contratar anúncios, um outro método para exercer o marketing jurídico. Opções de redes sociais não faltam: Facebook, LinkedIn, Twitter, Instagram etc. Depois de certo tempo em atividade nas redes, será viável usar as interações nesses espaços para elaborar as próximas estratégias de publicidade.

Mantenha um site e um blog

Para de fato se tornar um advogado 4.0, serão essenciais um site e um blog para reforçar as estratégias de propaganda e de alimentação do vínculo com os clientes. Nessas mídias, é recomendável manter textos atualizados, publicados periodicamente, com conteúdo que vá despertar a atenção do seu tipo de público.

É preciso ter bom senso para não ter um tom muito persuasivo, uma vez que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) determina que a publicidade jurídica tenha uma conotação predominantemente informativa.

Uma sugestão é seguir a mesma linha adotada nas redes sociais: aproveitar os assuntos com grande repercussão, desde que o advogado realmente os domine, para ganhar mais atenção da audiência. Existem alguns aplicativos gratuitos para produzir blogs como o WordPress, o Tumblr e o Blogger.

Capacite-se com cursos EAD

Muitos profissionais do Direito, inclusive de reconhecido prestígio e sucesso, desejam ganhar mais e aumentar a demanda de clientes. Para isso, eles ambicionam a conquista de diferenciais competitivos, como um complemento da formação acadêmica.

A questão é que atualmente as agendas são muito atribuladas, o que deixa o tempo para os estudos cada dia mais curto. Nesse contexto, os cursos de pós-graduação EAD (educação a distância) podem trazer saídas eficazes para esse dilema, com custo-benefício interessante.

O advogado 4.0 precisa prestar atenção a oportunidades promissoras de trabalho. Há muitas escolhas de especialidades para se investir. O Direito Desportivo, por exemplo, está sempre em alta, com demandas das mais diversas origens.

Já a Mediação de Conflitos e Arbitragem também tem recebido a preferência de muitos profissionais da área. Afinal, boa parte das empresas prefere entrar em um acordo do que em uma ação judicial lenta, cara e burocrática. Acompanhe um pouco mais sobre essas duas opções de cursos!

Direito Desportivo

Em nível nacional e internacional, acontecem campeonatos praticamente o tempo todo, nas mais diversas modalidades esportivas. Isso envolve regulamentos, negociações de salários, recursos de decisões judiciais, representação de clubes de futebol, de associações esportivas e até mesmo dos atletas, que podem contratar os serviços de seu escritório de forma individual.

Um corredor que for acusado de doping, por exemplo, pode ser um futuro cliente. Nesse nicho, está incluído o mercado do futebol, que costuma operar com cifras milionárias. O advogado especializado no Direito Desportivo tem ainda a chance de atuar fora do contencioso, prestando serviços de consultoria para empresas e entidades.

Mediação de Conflitos e Arbitragem

Em época de recessão econômica, pessoas e empresas pensam muitas vezes antes de partir para um processo na Justiça. O advogado 4.0 é alguém que se prepara para esse tipo de adversidade, que pode resultar em menos demanda no escritório.

Nesse sentido, a especialização em Mediação de Conflitos e Arbitragem pode ser uma ótima solução. Nesse curso, é possível ter uma visão completa da aplicação prática e da teoria do tema. Veja exemplos de cursos que podem reforçar seu estudo a distância:

Mais uma informação importantíssima sobre a EAD é que os certificados não trazem nada escrito para designar que o método de aprendizado não foi presencial. Em outras palavras, os diplomas EAD não diferem em nada dos obtidos em cursos tradicionais. Isso acontece porque o MEC (Ministério da Educação) não distingue uma categoria de ensino da outra.

Isso sem falar na flexibilidade e no conforto, já que é possível definir seus horários de aprendizado conforme os seus compromissos, de qualquer lugar onde haja internet.

Nas melhores instituições de ensino desse modelo, é disponibilizado para os estudantes um AVA (Ambiente Virtual de Aprendizado), por meio do qual é simples interagir com professores, materiais didáticos e colegas.

Nessa plataforma, são realizados fóruns e debates que vão ajudar a manter o profissional a par dos temas mais importantes da rotina do advogado 4.0. Afora isso, é uma chance de se estabelecer conexão com juristas renomados do Direito, que ajudam o aluno a enxergar novas tendências e chances de atuação.

Como não dá para negar, para se tornar um advogado 4.0, é necessário um conjunto complexo de conhecimento e de ferramentas de informática. A boa notícia é que a modernização traz mais chances de ganhos financeiros e de fomentar o seu nome no mercado.

Com cursos EAD, ganha-se apoio para cada passo rumo à atualização. Ficou interessado? É muito simples: entre em contato com o Cejur (Centro de Estudos Jurídicos da Faculdade Unyleya!).

 




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