Descubra se vale a pena investir em uma pós-graduação em Gestão Pública

  • 03/jan/2019

Descubra se vale a pena investir em uma pós-graduação em Gestão Pública

As carreiras no setor público são visadas em razão das boas remunerações, estabilidade e funções nelas desempenhadas, permitindo o bom funcionamento da máquina estatal. Quem busca trabalhar nessa área tem na pós-graduação em Gestão Pública um diferencial em sua atuação.

O ensino especializado leva o conhecimento adquirido para as rotinas de trabalho, aperfeiçoa o profissional e dá destaque para eventuais promoções. Além do mais, a especialização é financeiramente reconhecida: o órgão concede gratificações sobre os vencimentos mensais por você ter se qualificado.

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O setor público e suas carreiras

O acesso a esse ramo normalmente é feito por concurso de provas ou provas e títulos (art. 37, II da Constituição Federal de 1988), seguindo a ordem de classificação na hora de nomear os mais bem colocados.

Os certames variam conforme a área e cargo disponível: os conteúdos programáticos são diferentes, os vencimentos variam de acordo com a função e alguns, como os da esfera policial, realizam teste de aptidão física.

Os profissionais de Direito têm vantagem aqui porque as provas sempre abordam legislações, e a prévia compreensão jurídica facilita o estudo da lei.

Existem também funções de direção, assessoramento e chefia desempenhadas por servidores públicos, divididas em 2 postos: funções de confiança e cargos em comissão.

Quem tem a primeira é concursado e a assume por promoção, tem vínculo estatutário e todas as prerrogativas do serviço público. O segundo, por sua vez, é nomeado por quem tem competência para tanto, sem necessidade de aprovação em certame algum, é celetista e passível de exoneração a qualquer tempo.

Carreiras

Técnico ou analista administrativo ou judiciário, oficial de justiça, juiz e promotor de justiça são apenas algumas opções de postos de trabalho no serviço público brasileiro.

As oportunidades vão além da área jurídica, abrangendo mais 4 outros tipos de carreira: policial, fiscal, bancária e administrativa.

O campo relativa ao Judiciário conta com os tribunais de justiça, do trabalho, regionais federais, militares e eleitorais espalhados por todo o território nacional, sem falar do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília.

O ramo policial compreende o ingresso em carreira nas polícias civil, militar e federal (rodoviária, inclusive), na qualidade de soldados, agentes e delegados.

Já na esfera fiscal, a atuação do auditor é junto à Receita Federal, ICMS (âmbito estadual) e ISS (âmbito municipal). Os concursos públicos aqui exigem conhecimentos em contabilidade e legislação tributária.

Por sua vez, o contexto bancário contempla postos de trabalho no Banco Central, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, por exemplo, sendo o regime de trabalho diferenciado, de apenas 30 horas semanais.

Por fim, o servidor público da área administrativa exerce suas atribuições dessa natureza em órgãos como o IBGE e o Ministério da Fazenda.

As opções são muitas e atraem os mais variados perfis, englobam posições para as quais se requer ensino médio ou superior com variações pontuais entre os editais.

As vantagens de se trabalhar no setor público

Em comparação com o ramo privado, muitos são os benefícios apresentados, como a estabilidade, obtida após 3 anos de exercício efetivo, possibilitando a perda do cargo apenas em razão de situações especiais elencadas na Carta Magna (art. 41 da CF/88).

Essa segurança atrai muitos candidatos nos certames, ainda mais diante do instável cenário econômico brasileiro e comprometimento do mercado de trabalho no setor privado pelo avanço tecnológico. Segundo o IBGE, 58 mil postos de empregos formais foram fechados no Brasil entre agosto e outubro de 2018.

Ademais, o servidor público tem carga horária fixa, o que evita a necessidade de fazer hora extra e a inconveniência de não ser pago pelo excesso de trabalho desenvolvido, situações típicas do setor privado.

A escala de trabalho é bem organizada, assim como os períodos de férias, e os salários costumam ser generosos e pagos com pontualidade. A administração pública busca o cumprimento da legislação trabalhista porque serve de exemplo para a adoção da mesma prática em todos os âmbitos, embora muitas empresas são ajam de tal forma.

No que concerne aos ganhos financeiros, eles vão além do vencimento básico e compreendem indenizações e acréscimos pecuniários permanentes. A primeira categoria compreende o auxílio-transporte e moradia, ajuda de custo e diárias, que variam conforme o posto ocupado.

Já na segunda categoria estão os adicionais e gratificações. Aqueles são concedidos ao profissional atuante em período noturno, em áreas perigosas ou insalubres.

Suas qualificações (pós, mestrado, doutorado, curso profissionalizante) são gratificadas: o servidor recebe uma porcentagem a mais pelo esforço realizado. Esse percentual é tabelado, não fica sujeito a critérios subjetivos como ocorre no setor privado — que muitas vezes sequer reconhece o aprendizado complementar.

A qualidade de vida no ramo público é melhor e aqui as promoções e salários evoluem com o tempo de serviço. Ademais, fatores de peso na contratação no mundo corporativo como experiência prévia e idade não importam, facilitando o acesso mediante aprovação no concurso e suas etapas.

A importância da pós-graduação em Gestão Pública

Não confunda as prerrogativas do servidor público com acomodação: o melhor profissional continua sendo aquele que recorrentemente sai da zona de conforto.

A atuação na área em questão requer conhecimento técnico e observância aos princípios regentes do bem-estar social e da ordem pública. Entrando nesse setor, você presta serviço ao seu país.

A pós-graduação em Gestão Pública coloca quem presta concurso público à frente, familiarizando-o com o ramo e com matérias que despencam nas provas. O status de pós-graduado ainda confere a você pontos nos certames cuja avaliação de títulos é feita.

Essa especialização não favorece apenas os concurseiros, mas também os concursados. Sua rotina de trabalho é permeada por licitações, administração financeira e orçamentária, além de outras matérias de Direito Administrativo contempladas na pós-graduação em Gestão Pública.

Disciplinas como ética no serviço público, respaldada principalmente na Lei 8.112/90 — que cai aos montes nos certames e é a base da conduta do servidor — também compõem a grade curricular, aperfeiçoando a atuação nesse campo.

As benesses superam a gratificação concedida no vencimento básico aos pós-graduados, elucidando seu conhecimento e formação para eventuais ascensões na profissão.

Fazer parte da esfera pública não é obstáculo para o estabelecimento de um plano de carreira: lembra quando mencionamos a função de confiança e o cargo em comissão? A especialização dá visibilidade ao aluno concursado e ele passa a ser considerado para esses postos de trabalho.

Por todos esses motivos, procure realizar o curso em uma instituição séria, moderna e comprometida com resultados. Avalie o profissionalismo, material de apoio e corpo docente para sua satisfação ser completa.

A pós-graduação em Gestão Pública é um diferencial ao servidor — lembrando que a competitividade não é exclusiva do setor privado. Continuar os estudos é essencial para a renovação pessoal e profissional, promovendo também o destaque do profissional no ambiente de trabalho: ele alça novas responsabilidades e competências.

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